Os Cavalos
Introdução
O registro em fotografias dos diversos esportes eqüestres permite a apreciação do desempenho dos conjuntos de cavalo e cavaleiro nos movimentos característicos de cada esporte. Isso tem importância tanto como recordação para o proprietário, quanto como material de promoção de animais, cavaleiros e/ou criadores. Em certos casos, a fotografia serve também como prova para confirmar os vencedores em concursos.
Dessa forma, torna-se necessário conhecer a melhor forma de fotografar cada modalidade esportiva, a fim de obter fotos que efetivamente mostrem a qualidade de desempenho dos conjuntos.
Metodologia
Foram fotografados diversos campeonatos eqüestres durante os anos de 2006 e 2007 nos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, procurando abranger a maior quantidade de modalidades esportivas possível.
Para a prática fotográfica foi utilizada uma câmera digital SRL Canon, modelo EOS 10D, com qualidade máxima de imagem de 6,3 megapixels, combinada com uma objetiva grande angular–meia tele zoom de 28 a 90mm, e uma teleobjetiva zoom de 75 a 300mm, ambas com abertura de diafragma máxima entre 4 e 5,6.
A prática fotográfica foi comparada com informações já publicadas sobre o assunto em livros, revistas e artigos, e com entrevistas com profissionais da área.
Resultados
A não ser que se queira criar uma fotografia de caráter mais artístico, a alta velocidade de obturador é imprescindível na fotografia de esportes eqüestres; caso contrário, o rápido movimento dos membros do cavalo causará falta de nitidez. Recomenda-se uma velocidade mínima de 1/500 de segundo para cavalos ao trote ou ao galope, e velocidades maiores ainda (1/750 ou 1/1000 de segundo) para movimentos mais rápidos em modalidades de muita ação. 1, 6
Para qualquer modalidade esportiva, deve-se planejar previamente qual será o melhor local da pista a se posicionar, de forma a obter ângulos corretos para as fotos, o plano de fundo o mais neutro possível, uma iluminação favorável, e também para que não se interfira no andamento da prova. 2, 6
Dentro do hipismo clássico, foram fotografadas provas de Salto de Obstáculos e Adestramento. Nas provas de Salto verificou-se que o ângulo mais comum de fotografia é o oblíquo em relação ao obstáculo, capturando o conjunto cavalo-cavaleiro ainda durante a fase de subida, após o fim do contato dos membros posteriores com o solo. Outros ângulos possíveis são o frontal na fase de subida, indicado para cavalos bem musculados, e o frontal ou oblíquo na fase de recepção do obstáculo, quando o cavalo está prestes a tocar ou acabou de tocar o solo com os membros anteriores. 2, 4, 6
FIGURA 1 – SALTO DE OBSTÁCULO
FONTE: Arquivo pessoal
Em provas de Adestramento, busca-se fotografar os momentos de extensão máxima dos membros durante o trote, o trote alongado e o passo. Nos movimentos em duas pistas deve-se aguardar os momentos em que os membros se cruzam para que a figura fique bem caracterizada. No galope busca-se o momento de elevação de 3 ou de todos os membros, e na passage ou piaffe espera-se poder ver o momento de maior elevação de uma das diagonais.4
Dentro das modalidades do estilo Western, pode-se dizer que as considerações sobre movimentação no Adestramento são também válidas para as fotografias de provas de Western e English Pleasure, com a ressalva de que os movimentos são muito mais discretos e, por isso, torna-se mais difícil obter o momento ideal para a foto.
Para as provas de Laço recomenda-se fotografar num ângulo frontal com enquadramento vertical, de forma a preencher a área da foto mais com o boi/bezerro e o conjunto cavalo-cavaleiro do que com longas extensões de corda. Também é interessante aguardar pelo momento em que o laço alcança o animal. 3
Em provas de Baliza e Tambor, o que se busca é mostrar a qualidade das curvas e toda a força de musculatura necessária para realizá-las. Para isso, o ideal é manter uma posição lateral em relação ao percurso da prova, aguardando o momento de maior encurvação do cavalo sobre o tambor ou baliza, e uma posição da câmera um pouco mais elevada que o nível do centro do cavalo para que ele pareça mais próximo ao chão. 3
As fotos preferidas pelos competidores de Rédeas são aquelas que mostram os movimentos mais difíceis, como os spins, rollbacks e esbarros. Para os dois primeiros deve-se obter um ângulo que mostre a encurvação do animal e os membros se cruzando. Para os esbarros é importante conhecer o estilo de movimento do conjunto para avaliar o melhor ângulo de fotografia. 3
Ainda no estilo Western, para as provas de Paleteada busca-se um enquadramento no qual os dois cavalos estejam pareados com o boi/bezerro, porém sem encobri-lo. A posição ideal dos membros dos cavalos no galope e sua expressão controlada garantem melhores fotos.
FIGURA 2 - PALETEADA
FONTE: Arquivo pessoal
As fotos de Corridas de Cavalos mais tradicionais são aquelas obtidas lateralmente, mostrando as distâncias entre dois ou mais conjuntos, especialmente próximo à linha de chegada. Nessa modalidade há a exigência máxima de uma alta velocidade de obturador se a intenção é “congelar” perfeitamente o movimento.5
Discussões e Conclusões
É extremamente importante para a fotografia de esportes eqüestres o conhecimento sobre a forma de movimentação do cavalo e sobre as condições ideais de apresentação do conjunto cavalo-cavaleiro em cada modalidade. Só assim o fotógrafo pode distinguir os instantes que melhor descrevem o desempenho do conjunto.
Pode levar certo tempo até que se consiga a habilidade para fotografar os picos de ação de cada esporte eqüestre. Só a prática constante pode promover melhoria dos resultados. Daí a grande importância da paciência como qualidade para um bom fotógrafo.
Pelo que foi descrito, percebe-se que existe muita tradição nas composições utilizadas para a fotografia dos esportes eqüestres, mas é importante que o fotógrafo especializado nessa área esteja aberto à constante busca por novos ângulos e enquadramentos, de forma a trazer diversidade aos olhos dos observadores.
http://www.fprh.com.br/dica11.php
Manejo das Baias
Os minicavalos reúnem características que facilitam o seu manejo. São rústicos, dóceis e não precisam de grandes espaços. Há produtores com 60 animais numa área de dez mil metros quadrados, com instalações como cocheira e piquetes.
Eles pouco diferem dos cavalos de porte convencional. E levam vantagem, já que consomem menos alimentos. Um dos menores é o mini-horse, que não ultrapassa um metro de altura. Apesar de jovem no segmento, é uma das raças que vem nos últimos três anos se destacando no país, sobretudo no estado de São Paulo.
O mini-horse pode ser domado a partir do quarto mês para cabestro e vive, em média, 24 anos. A estação de monta se dá nos dias com bastante luminosidade. Portanto, a cobrição concentra-se entre setembro e março.
As pequenas éguas reproduzem a partir dos dois anos de idade e têm longa gestação. Levam quase um ano para procriar ou, em média, 325 dias, com a maior parte dos nascimentos registrados entre julho e fevereiro.
| Mãos à obra |
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• Antes de tudo, conheça a rotina dos cavalos e se familiarize com o manejo. Escolha animais com musculatura forte e resistente. Observe se o pônei é obediente a ponto de atender aos comandos de uma criança.
• Os pequenos eqüinos adoecem pouco. Por isso, a preocupação com gastos veterinários é baixa. Mas a vermifugação é necessária, já que também se alimentam a pasto. Uma bisnaga de vermífugo, a dez reais, dá para um ano com três a quatro aplicações a cada 90 ou 120 dias.
• Fique de olho em carrapatos e em parasitas e mantenha os animais sempre limpos. Eles precisam fazer a "toalete". É importante dar banho, manter as orelhas higienizadas, os pêlos escovados e a crina aparada.
• Quanto à alimentação, dê volumoso fresco - capim, sal mineral, feno de alfafa ou gramíneas - e ração complementar.
• Com tijolos ou madeira, levante uma cocheira rústica, além dos piquetes para eles se exercitarem. Certifique-se de que o local tenha boa luminosidade, ventilação, os cochos sejam firmes e compatíveis com a altura dos pôneis. Fixe um suporte para feno, capim e alfafa, e um pequeno saleiro.
• O chão dos corredores pode ser cimentado ou de pedras porosas para evitar tombo. Nos boxes de descanso, forre com capim seco ou maravalha para facilitar a absorção dos excrementos. Use telhas de barro para cobrir a instalação, o que garante ambiente fresco. 
• O preço dos animais é o que mais pesa para iniciar a criação dos pequenos cavalos, se a opção for por linhagens de melhor qualidade. No entanto, a Associação dos Criadores de Mini-Horses, em Avaré, SP, parcela os pagamentos, além de administrar os fretes para qualquer região do Brasil.
• Antes de efetuar a compra, prepare o local para receber os animais. Como opção para baratear os custos, há criadores que utilizam instalações desativadas com algumas adaptações.
• Investimento total - 4.450.
• Equipamentos - 450 reais a sela completa.
• Instalações - a partir de 500 reais, mas como opção pode adaptar um criatório antigo.
• Preço - de raças de boa qualidade, o macho sai a dois mil reais e a fêmea, 1.500 reais cada.
• Capital de giro - 50 reais.
• Ração - 30 reais.
• Retorno - quanto mais fêmeas, mas rápido é o retorno; a égua pode ser adquirida prenha
Sentidos dos cavalos
Os cavalos tem os sentidos da visão, audição e olfato mais desenvolvidos do que o homem. A face longa característica do cavalo não é necessária apenas para conter seus grandes dentes: ela também abriga os sensíveis órgãos do olfato. Os olhos ficam mais para o alto do crânio, nos lados da cabeça, propiciando aos cavalos boa visão periférica, mesmo quando pastam. As orelhas são grandes, capazes de se movimentar e apontar em direção ao mais leve ruído. Por natureza, o cavalo vive em rebanhos e demonstra grande afetividade em relação aos outros membros do grupo, sendo esta lealdade facilmente transferida ao seu dono. Uma vez desenvolvida a ligação afetiva , o cavalo se esforça muito para executar ordens, por mais difíceis que sejam. Por isso esses animais tem sido vítimas de abusos cruéis, mas também são muito amados, talvez mais que qualquer outro animal na história da humanidade. Apesar de sua forte associação com seres humanos, o cavalo ainda conserva seus instintos naturais de comportamento. Defendem seus espaço e amamentam os filhotes, e precisam sempre de companhia.
Rolar no solo como este pônei é parte importante do toalete dos cavalos. Relaxa os músculos e ajuda a remover os pelos soltos, a sujeira e os parasitas.
Suplica do cavalo e seu dono
A ti, dono meu, elevo está súplica:
Dai-me regularmente , de comer e beber.
Terminado meu trabalho, proporciona-me abrigo confortável para que eu descanse e recupere as energias.
Examina continuamente, meus pés e escova meu pelo.
Se eu recusar alimento examina minha boca; pode ser uma úlcera que me empeça de comer ou meus dentes me doam.
Fala-me calmamente. Tua voz incentiva, não o chicote ou o bridão. Acaricia-me, de quando em quando; pagar-te-ei todo o carinho, aprendendo e servindo-lhe melhor, pagando, em suma, amor com amor.
Não cortes minha cauda, pois com ela espantos insetos que costumam atormentar-me.
Não puxe violentamente as rédeas, nem me apliques fortes relhadas, ao eu ter dificuldade em subir ladeiras sob carga pesada.
Não me maltrates com os calcanhares, nem me batas, quando não entender seus desejos; faz com que compreendas teu pensamento.
Dou-te sempre tudo que puder. Se acaso, me recusar a obedecer, verifica se não estou mal ensilhado ou se meu freio não me perturba, ou ainda se algo molesta meus pés, causando-me dor.
Se eu assustar não me castigues; verifica, se minha vista apresenta algum defeito.
Não me obrigues a carregar ou arrastar um peso superior as minha forças, nem a trotar velozmente em estradas ou pisos escorregadios.
Se eu cair ajude-me a levantar; se eu tropeçar não me culpes por isso.
Não acrecentes ao meu medo diante de suas fortes chibatadas.
Defende-me dos causticantes raios solares, se fizer frio, cobre-me, quando eu estiver repousando.
Quando a velhice tornar-me inválido, lembra-te dos serviços que te prestei; não me vendas, nem me deixes morrer a mingua; sacrifica-me, então, sem padecimentos, tu mesmo, ser-te-ei grato por isso!
Rogo-te tudo isto em nome daquele que quis nascer em um estábulo.
VOLTANDO AO TRABALHO
Voltando ao Trabalho !!!
Final do ano é aquela correria: já competimos nas provas de encerramento da temporada, terminam as aulas, temos as festas de encerramento de ano, começa o verão com aquele calor...
Sendo assim, ocorre um verdadeiro êxodo de animais dos Clubes Hípicos para qualquer lugar que o proprietário encontre para soltá-lo assim que termina a última prova do ano.
As razões para isso são variáveis; descansar o cavalo de uma temporada estressante, viagem dos proprietários, contenção de gastos com Clubes caros, o calor e a poeira que nessa época deixam o nosso esporte menos agradável, etc.
Assim a grande maioria dos cavalos de esporte nacionais passam parte de Dezembro e muitas vezes todo o mês de Janeiro soltos em Haras e piquetes da região.
E nessa hora tudo pode acontecer: Desde acidentes nos piquetes, pelo fato de os animais não estarem acostumados a serem soltos e saírem correndo descontroladamente (esse comportamento normalmente acaba depois de uns 3-4 dias); ou por colocação de animais desconhecidos juntos (mas que todos os donos garantiram que eram "bem mansinhos"), até problemas digestivos em função da troca da alimentação, que alguns estabelecimentos de pensionato promovem para facilitar o trato da grande quantidade de animais de diferentes origens que chegam para o verão.
Se seu animal sobreviveu bem a todos os riscos inerentes à soltura em pasto de um cavalo atleta que passou todo o ano estressado dentro de uma baia no Clube, está chegando a hora de voltar ao trabalho!
Quais são os cuidados que devemos tomar para que nossos cavalos, já com a mente mais arejada e a musculatura relaxada, possam voltar a trabalhar, competir e manterem o pique de performance durante essa nova temporada? A metodologia de retorno ao trabalho é um fator muito importante para a manutenção do rendimento de seu cavalo pelo ano inteiro.
1. Check up Veterinário:
Normalmente os pequenos problemas físicos que a grande maioria dos cavalos atletas possuem melhoram bastante após esse período de repouso. O que não quer dizer que tenham desaparecido. Uma boa avaliação física do animal por seu veterinário, com relação aos problemas conhecidos e um simples exame de hemograma para avaliação e detecção de qualquer alteração antes de voltar ao trabalho são uma ótima idéia.
Aproveite essa época para refazer todas as vacinações, que por vezes dão algum tipo de reação, o que poderia atrapalhar em épocas de competição e não se esqueça de pedir ao seu veterinário que carimbe as vacinas no passaporte para não ter de sair correndo atrás dele nas vésperas das primeiras provas...
Desvermine seu cavalo com um vermífugo de qualidade assim que ele chegar no Clube, uma vez que seguramente ele adquiriu algum tipo de verminose na pastagem, especialmente em pastagens coletivas.
Cheque os dentes de seu animal para evitar atrasos no trabalho por conta de pontas e dentes com problemas.
2. Check up dos Cascos:
A velha máxima "sem casco, sem cavalo", fica mais do que nunca em evidência nessa hora. A maioria dos Haras exige que os cavalo fiquem desferrados ao menos dos posteriores para evitar acidentes. Normalmente os ferreiros que trabalham em Haras não são os mesmos que trabalham nos Clubes e ainda por cima desconhecem especificidades de cada animal que só a pessoa que o ferra corriqueiramente e seu veterinário sabem.
Assim é comum acontecerem alguns problemas:
- Cascos quebrados sem nenhum tipo de casqueamento nos Haras.
- A perda de uma ferradura e a não recolocação ou retirada da outra, desequilibrando o animal.
- Casqueamento e mesmo novo ferrageamento por ferreiros que não conhecem o cavalo e que diminuem muito os cascos ou abaixam muito os talões, novamente desequilibrando o animal.
Revise muito bem com seu ferreiro os quatro cascos de seu cavalo no retorno, para vocês avaliarem as condições dos cascos e como seu cavalo poderá ser referrado para o início do trabalho. Muitas vezes os cascos se quebram muito e só retomam o formato ideal após dois ou três ferrageamentos. Leve isso em conta quando começar a exigir de seu animal um trabalho mais forte.
3. Check Up da Pelagem
Cavalos que ficam soltos em regiões de muita chuva podem desenvolver um tipo de apodrecimento da pelagem das costas com descamação da pele e algum prurido. Esse problema é facilmente revertido ao se estabular o cavalo novamente, mas convém examiná-lo para distinguir de problemas mais graves como micoses, que ele pode ter adquirido de outros cavalos e passar adiante através dos materiais de escovação e encilhamento.
Cavalos com grande área de pele cor de rosa, encontrada sob os pelos brancos nas marcações de face e no corpo de cavalos da raça Paint Horse e Appaloosa, têm grande possibilidade de sofrerem queimaduras solares nesses locais quando expostos ao sol forte do verão. Esses locais ficam bastante sensíveis e doloridos e muitas vezes o cavalo reage à escovação e colocação de arreamentos.
Observar se não há presença de carrapatos que devem ser eliminados de pronto. Os lugares de eleição são dentro das orelhas, na base das crinas, axilas e parte interna da coxa.
4. Check up de Estado Físico Geral
Podem acontecer 3 opções:
- o cavalo voltou com o mesmo peso que saiu
- o cavalo voltou mais magro do que saiu
- o cavalo voltou mais gordo do que saiu
Dificilmente o cavalo volta com a mesma condição física com que saiu porque sem o exercício ele tende a perder massa muscular e a parecer mais magro.
Se estiver um pouco mais fino do que quando saiu, seria a condição ideal para o retorno ao trabalho. Em pouco tempo a musculatura vai recobrar a força e o volume e o cavalo não vai carregar peso extra nos ossos e articulações durante seu recondicionamento.
Se estiver muito magro, tome cuidado para não exagerar na alimentação e suplementos mirabolantes, no afã de engordar o cavalo rapidamente. Provavelmente você vai causar algum tipo de problema digestivo como cólicas ou diarréias e sobrecarregar o fígado desse cavalo com excesso protéico, o que é muito prejudicial. Alimente-o com uma dieta e suplementação calculada para o peso que ele tinha antes de ser solto. O retorno ao peso original será gradativo e sem problemas digestivos.
O pior cavalo é o que volta gordo. Esse animal está com peso acima do ideal e ainda terá que entrar em forma, o que será bem mais penoso carregando um excedente de peso. Esse cavalo força a musculatura e as articulações já no início da temporada e está propenso a ter mais problemas ao longo do ano do que o que voltou magro.
Lembre-se que a troca ou introdução de qualquer tipo de alimento para seu cavalo deve ser feita de forma lenta e gradual para evitar cólicas e outros problemas digestivos.
5. Início do Condicionamento Físico:
A primeira coisa é planejar com antecedência a data da primeira prova que se quer entrar e trazer o cavalo com tempo suficiente para um mínimo de condicionamento. É claro que para um cavalo treinado voltar ao serviço é como andar de bicicleta. Ele não esqueceu e provavelmente vai atender o cavaleiro em 90% das ordens. Aí que mora o perigo, porque o cavaleiro fica animado em e passa do giro, correndo o risco de machucar seu cavalo logo de início.
O ideal é trazer o cavalo no mínimo 5 semanas antes das provas de início de temporada que normalmente são mais leves, competir em uma categoria inferior e trabalhar em um esquema de recondicionamento atlético.
O primeiro princípio básico é o de carga progressiva - cada nível de treinamento é mantido até que o corpo se adapte a esta carga, quando então um aumento de carga pode ser aplicado. Excesso de trabalho em tempo demasiado curto vai sobrecarregar principalmente as estruturas dos membros.
Outro princípio é o da especificidade - para cada disciplina eqüestre, a performance é obtida através do treinamento de músculos e sistemas envolvidos na disciplina. Ou seja, o treinamento deve ser focado nas demandas específicas do esporte. Uma base sólida de condicionamento cardiovascular e força muscular é provida por sessões regulares e controladas de trabalho ao passo, trote e galope.
Assim, o retorno ao trabalho pode ser dividido em duas fases:
Fase Básica: condicionamento cardiovascular
Fase Específica: treinamento dos requerimentos específicos de cada disciplina (salto, adestramento, enduro, etc)
A regra dourada é iniciar lentamente, com aumento gradual de velocidade (intensidade) e duração (distância). Estudos provaram que o eqüino tem um aumento substancial na capacidade aeróbica máxima já aos 7 dias de treinamento. Esse aumento na capacidade aeróbica leva a um aumento da capacidade de resistência - o cavalo trabalha por mais tempo antes de cansar. Modificações no metabolismo muscular permitem que os estoques de energia sejam utilizados mais eficientemente com o condicionamento.
Deve-se ter em conta que as adaptações nas estruturas de suporte (ossos e tendões) ocorre em velocidade menor do que a adaptação da capacidade aeróbica. Assim, a cada aumento de intensidade de trabalho é importante monitoração dos membros e redução dos níveis de trabalho a qualquer sinal de dor, calor ou inchaço.
Sugestão de esquema de trabalho:
Você pode começar pela manhã com trabalho na guia de leve de 15 minutos preferentemente ao trote, somado a passeio montado no período da tarde ao passo por até trinta minutos.
Depois, pode ir aumentando o trabalho na guia até 20 minutos e à tarde alterne 5 min passo e 5 min de trote, mantendo os 30 minutos.
Com o tempo elimine o trabalho de guia e pode começar a anexar ao trabalho montado o galope em períodos curtos de tempo, sempre seguido de um período de pelo menos 5 minutos de passo antes de mudar de mão e repetir o trabalho. Esse trabalho aeróbico não deve passar dos 30 minutos nos primeiros 15 dias. O aumento de intensidade do trabalho não deve ultrapassar os 5% a cada 4 dias.
Durante o trabalho de passo aproveite para voltar a condicionar a musculatura das costas e pescoço de seu animal, pedindo movimentos laterais em curtos espaços de tempo, fazendo círculos e oitos de diferentes tamanhos e aumentando e reduzindo a amplitude do passo.
Quando começar a trabalhar os exercícios específicos - salto, movimentos avançados de adestramento, etc - siga o princípio de que um dia de trabalho mais forte e específico deve ser seguido de um dia de trabalho leve da musculatura forçada, para que esta se relaxe e possa se desenvolver corretamente.
Lembre-se de que a meta final do condicionamento é a manutenção da condição atlética máxima com prevenção das lesões tanto a curto como a longo prazo. Portanto tenha calma e preste atenção aos sinais que seu próprio animal dá a você
LIMPEZA DA BAIA
Grande parte da saúde e bem-estar dos animais está relacionado com o ambiente em que eles vivem, e não é preciso ser um profundo conhecedor de cavalos para imaginar o tempo que eles passam estabulados. Por esta razão as baias devem ser locais arejados, limpos e confortáveis. Por que não dedicar alguns minutos do seu dia-a-dia à higiene do seu animal?
Veja como você deve fazer:
| 1 Manuntenção da cama: É recomendável examinar a cama do seu animal duas vezes ao dia, preferencialmente de manhã e a tarde. Use o garfo para retirar o esterco e todas as partes da cama molhada pela urina. Coloque tudo em carriola, que posteriormente será levada para uma esterqueira onde devem ser jogados estes restos. A esterqueira deve ser localizada longe das baias para não atrair moscas e evitar a transmissão de doenças. Isto também evita que o odor se propague e deixe as cocheiras com um aspecto ruim tannto para você quanto para o animal, considerando que o cheiro da urina misturada com a serragem é ácido e desagradável. Quando alguma parte da cama dor retirada, esta deve ser reposta com o mesmo material para evitar desníveis que comprometam sua qualidade. Por exemplo: quando a serragem fica umidecida pela urina e esta for retirada, complete com a mesma quantidade e deixe tudo nivelado usando o próprio garfo. |
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2 Limpeza do teto:![]() Apesar das controvércias a respeito das teias de aranha, que são úteis para prender os insetos, estas não apresentam um aspecto higiênico, por isso é sempre bom retirá-las. Você pode utilizar um lança-chamas para eliminar por completo todas teias, aranhas e outros insetos, porém cuidado: você deve contar com ajuda de pessoas experientes para evitar acidentes. Após este processo, utilize uma vassoura comprida para retirar o que sobrou, mantendo o teto da baia claro e livre de pó e sujeira. |
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| 3 Cuidado com cochos e bebedouros: Devem ser lavados diariamente utilizando água corrente. Os cochos de ração devem ser limpos com uma escova a cada refeição, evitando que os resíduos da comida apodrecam e possam ser possivelmente injeridos pelo cavalo. Os bebedouros de cimento acumulam mais sujeira dos que os de ferro, sendo estes mais fáceis de limpar. |
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| 4 Dicas para manter a higiene: Mantenhas as portas sempre limpas e as fechaduras lubrificadas. Retire os restos de ração do cocho sempre Aplique antiséptico para esterializar a baia de seu cavalo a cada 20 dias, evitando a ploriferação de fungos e bactérias e logo a transmissão de doenças. Nunca faça isto sem antes consultar um especialista, pois estes produtos podem ser altamente tóxicos. Outra alternativa para esterializar a baia do seu cavalo é utilizando cal, quando o chão for de terra. Para isto, retire toda a cama da baia, aplique o lança-chamas e por último cubra com cal. |
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5 Restrições à camas: BANHO DO CAVALO
A Hora Certa O ideal é que este banho aconteça nas horas em que o sol estiver forte para que o animal não sinta frio e a secagem seja rápida. Dê preferência a um local que tenha piso de cimento, um amarrador seguro e uma torneira com bastante água. Amarre o cabresto com uma certa folga, pois provavelmente, na hora que você for lavar a cabeça do cavalo, ele vai querer se esquivar-se, levantando-a fortemente, podendo estirar e provocar um sério acidente. Passo a Passo Comece molhando todo o animal. Inicie sempre pelas patas. Jogue água nos cascos, boletos e pernas. Vá subindo pelos membros anteriores e depois posteriores. Suba com o esguicho para a garupa e vá seguindo em direção a cernelha. Molhe bem a crina e tenha cuidado para não deixar entrar água nos olhos e ouvidos do cavalo. Deixe que ela escorra entre as orelhas e, se ele deixar, use um chumaço de algodão embebido com oleo mineral para tirar o excesso de cera. Alguns animais podem ser arredios a este contato. Se isto acontecer, procure acalmá-lo para evitar que ele se esquive todas as vezes que você tocar esta região. Não se esqueça dos pêlos do topete. Puxe-os para trás das orelhas e junte-os à crina. Certifique-se de que a água penetra até a pele, na raiz dos pêlos. Feito isso é hora de partir para a limpeza. Dilua em um balde uma parte de shampoo para três partes de água. Dica: caso o animal esteja com pêlo muito ressecado, você pode usar o condicionador em todo o corpo, após o banho. Espalhe o produto em todo o cavalo com o auxílio de uma escova em movimentos circulares e deixe agir por 5 minutos. Em seguida enxágüe com bastante água. Terminando o banho, pegue o escorredor (um rodinho de madeira e borracha) e passe pelo corpo do cavalo, acompanhando o sentido da musculatura (paleta, garupa, pernas), de cima para baixo, e deixe secar no sol. Para a limpeza do focinho, chanfro e gananchas, utilize uma escova muito macia ou uma esponja e passe levemente. Estas também são regiões sensíveis e o excesso de pressão pode assustar o animal. As marcas ou sinais brancos na face, focinho e pernas são meios de identificação e vêm registrados na documentação exigida pelas entidades responsáveis (stud books). Além desses sinais, marcas no próprio corpo do animal ou manchas brancas podem ocorrer na parte inferior do ventre e nos flancos. As manchas no corpo do cavalo são mais frequentes nos Clydesdale do que em cavalos de outras raças. Sinais de Identificação: Calçamentos ou Calçaduras: As pelagens nas pernas – denominadas ‘calçamentos’ podem ser. ‘traço de calçado’, se o branco não dá volta à perna; ‘talão branco’, se atinge só o talão; ‘alto caçado’ quando chega ao joelho ou ao joanete; ‘médio calçado’, se alcançar o meio da canela; ‘baixo calçado’, se chega ao boleto; ‘cascalvo’, se o casco é branco. Quando o animal é ‘calçado’, dos membros anteriores, se diz ‘manalvo’; se é ‘calçado’ dos membros posteriores, ‘pedralvo’. Riscas horizontais (zebra markings), anéis de pêlos pretos, são de origem primitiva e tinham fins de camuflagem. Podem ser vistos em raças de grandes antiguidade, como highland e fjord. Os cavalos das pinturas parietais de Lascaux, na França têm marcas assim, sendo extraordinariamente semelhantes ao highland. Coloração dos Cascos: Cascos de matéria córnea azul-ardósia são considerados ideais. Acredita-se que a ceratina de que se compõem tenha textura densa e de grande rigidez. Em contrapartida, em cascos brancos é tido por ‘mole’, incapaz de resistir bem à usura do atrito. Não há prova de que essas asserções sejam verdadeiras. Pés brancos acompanham pernas ‘calçadas’. Os Appaloosas e outros cavalos manchados têm cascos ‘tigrados’ (com listas verticais negras). APREDIZAGEM EQUINA Comunicação com o Homem: Parece correcto afirmar, que o homem comunica inconscientemente com o cavalo, pelo odor que exala. Pessoas assustadas e agressivas, libertam odores que revelam o seu estado de espírito ao equino hipersensível, tornando-o apreensivo ou agressivo. O provérbio «Um homem confiante faz um cavalo confiante» é revelador da hipersensibilidade do animal. Os cavalos sentem o estado de espírito do cavaleiro e reagem com ele. Um cavalo ao ser montado consegue aperceber-se, se está a lidar com uma pessoa experiente ou não, em função dos estímulos que este lhe envia e que o cavalo recebe através das células receptoras que possui ao longo do seu dorso, e de todo o corpo. O homem procura comunicar ao apresentar-se pelo toque ou através de palmadinhas. O afagar é outra forma de comunicação com os cavalos e constrói uma relação entre os dois. O acto de tratamento é um exemplo, e quando se monta, muitas das línguas de cooperação está relacionada com o tacto. Por exemplo, a perna exerce pequenas pressões nas células receptoras do cavalo e a mão comunica pelo toque na boca, através de rédeas e freio. Alguns cavalos apreendem a atrair o homem relinchando alto, se a comida vem atrasada. Comunicação entre Cavalos: O cavalo é um animal de manada e precisa comunicar com os outros membros da mesma. Claro que não tem discussões filosóficas, Necessitam apenas de transmitir emoções básicas e de estabelecer uma hierarquia de dominância sem recorrer a violência. Os cavalos domestico tratam o homem como um elemento da manada, pelo que usam o mesmo tipo de linguagem corporal para connosco. Essa linguagem corporal pode-se manifestar de várias formas: - Contentamentos: - Sinais de Felicidade – Um cavalo satisfeito não se preocupam com os outros que se encontram a sua volta. - Impaciência: - Movimentos de cabeça – Os cavalos não gostam de ser ignorados, podem exigir atenção dando um empurrão com o focinho. - Bater com os cascos – Um cavalo pode ficar impaciente quando espera pela comida ou quando esta preso. - Aborrecimento: - Dentadas nos outros cavalos - A dentada significa apenas « a minha posição na hierarquia permite-me morder-te quando me apetecer». - No estábulo – Se um cavalo quiser ser deixado em paz, vira as costas aos outros cavalos, « não quer conversas ». Os cavalos comunicam vocalmente, relinchando por companheirismo ou por excitação. Habituação: A aprendizagem também se pode processar através da habituação, que consiste na diminuição de tendências para responder aos estímulos que se tornam familiares, devido a exposição contínuas aos mesmos. Pode ser exemplificado do seguinte modo: Um cavalo quando e exposto a um ruído súbito assusta-se, mas se ruído for repetido, duas três vezes, o susto vai diminuindo gradualmente ate ser ignorado. O mesmo acontece quando se prepara um cavalo, durante o processo de desbaste para ser montado. Primeiramente faz-se o aquecimento passando-o à guia, durante o qual se fazem vários movimentos repentinos, como levantar a mão para sacudir uma mosca, bater com o pé no chão etc… A primeira vez que o cavalo presencia estes movimentos assusta-se, mas depois de serem repetidos várias vezes, já os consegue reconhecer como sendo familiares. Os cavalos têm normalmente medo de água, pois não conseguem ver o chão através dela. Este tipo de medo, envolve um processo mais delicado de aprendizagem. O cavalo tem de se sentir confiante, e o homem por sua vez tem de lhe mostrar que não existe nenhum mal com uma pequena poça de agua e que não há motivo para ter medo. No inicio, ao molhar as patas reage logo, acelerando o passo e até pode saltar, mostrando-se desconfiado, mas depois de muita insistência do homem e de recusa por parte do cavalo, acaba por passar sem receios. O processo de habituação já se finalizou. No que se refere à aprendizagem cognitiva, um cavalo adquire vários elementos de conhecimento ou cognições, que se organizam para serem utilizados. O homem quando exercita um cavalo, ou seja quando o passa á guia, ou por outras palavras, quando o submete a um teste de preparação física, aplica a voz, que o associa aos vários andamentos de cavalo. Homem --à Cavalo: Voz calma à Passo Voz Alta e Firme à Trote Voz mais alta e firme à Galope Assobiar calmamente à Passo Daqui se conclui que o « O cavalo aprende fazendo, e não de outro modo. Um Teste à Comunicação: Segundo Paul Watzlawick, em 1904, o sonho de se estabelecer a comunicação entre homem e o cavalo, tornou-se real, a noticia espalhou-se. Hans, era um cavalo com o qual Wilhelm Von Osten estabeleceu comunicação. Ensinou-lhe aritmética, a dizer as horas e a reconhecer pessoas através de fotografias. Hans, batia com a pata no chão, para comunicar, Batia uma vez para o A e assim por diante. O Cavalo foi submetido a várias experiências para se verificarem que não existiam truques na comunicação, pois respondia sempre correctamente aos problemas que o seu dono lhe punha, e passou a todos com distinção. Mas foi mais tarde que Stumpt descobriu o seguinte: O cavalo falhava sempre que a solução do problema que lhe era posto não era conhecida por nenhum dos presentes. O cavalo também falhava quando lhe punham palas que o impediam de ver as pessoas. Daqui pode-se concluir que o cavalo ao longo do tempo deve ter aprendido a resolver problemas e a prestar mais atenção, a responder ás mudanças de postura do seu dono. A recompensa era o facto principal da motivação e atenção de Hans. Conclusões: O cavalo doméstico ocupou sempre um lugar importante na vida humana. Quando os cavalos foram domesticados, é provável que desempenhassem dois papéis. Os cavalos das florestas, mais lentos, eram provavelmente bestas de carga. Os cavalos das planícies, mais velozes que um meio para deslocações rápidas. Nos nossos dias, os cavalos já não são usados nas batalhas, os tractores substituíram-nos na agricultura e o motor a diesel é o principal meio de transporte, mas os cavalos continuam a merecer um grande estima. Desde que foram domesticados que os humanos os reproduziam selectivamente de modo a satisfazerem necessidades especificas ou conceitos de beleza. Há agora vários tipos diferentes de cavalos e um grande número de raças específicas reconhecidas internacionalmente. Tal como no passado, os diferentes tipos de trabalho requerem diferentes tipos de cavalos. APRENDER A MONTAR Para aprender a montar, o fundamental para ser bem sucedido mantém-se, quer seja o seu objectivo atravessar belas paisagens em passeios pelo campo, quer tenha sonhos de competir internacionalmente: um óptimo professor, um cavalo adequado e um ambiente seguro. Perante a vontade de aprender, aspectos como a idade e a existência de uma deficiência são aspectos irrelevantes, devendo, neste último caso, existir um aconselhamento médico e procura de uma escola e um professor qualificados. Caso surja oportunidade de montar um cavalo ou um pónei de um amigo deve sempre adquirir bases sólidas podendo, para além de fazer aulas de equitação, pedir conselhos aos seus amigos com experiência na área e procurar em revistas de equitação as opções que lhe convém. Encontrar uma boa escola de equitação que lhe dê estas bases não é difícil, por exemplo em Inglaterra, a garantia de altos desempenhos é dada pelas escolas membros da Associação das Escolas de Equitação Britânicas e a aprovação pela British Horse Society reconhecida mundialmente; nos Estados Unidos, existe o Programa de Certificação do Instrutor de Equitação Americano, embora, segundo a Federação Equestre Nacional dos Estados Unidos, existam só instrutores que não cumpriram este programa. Escolher uma Escola de Equitação: Após ter feito uma pesquisa de possibilidades, faça uma visita as instalações e assista a uma aula para principiantes. Para avaliar a qualidade de uma escola deve ter em conta alguns pontos essenciais: Cavalos e póneis que aparentem estar em boa forma e serem amigáveis; Cavalariças limpas; Arreios e equipamentos limpos e em boas condições; Estábulos, vedações e campos bem arranjados; Empregados simpáticos, alunos que pareçam satisfeitos e professores competentes. Todavia, deve ficar reticente se observar: Cavalos em más condições físicas e que ameaçam morder ou dar coices; Ferramentas e equipamento espalhado ao acaso; Arreios sujos ou partidos; “Paddocks” de má qualidade e edifícios e vedação em mau estado; Empregados antipáticos e professores rudes. O Equipamento Essencial para montar: O mais importante na compra de equipamento é você sentir-se confortável e seguro. É essencial uma protecção para a cabeça, ou “toque”, que tenha um tamanho adequado e obedeça aos padrões de segurança, assim como calçado seguro: as botas jodhpur ou as botas de borracha são uma solução muito pouco dispendiosa. Usar botas de sola rígida ou calçado desportivo torna-se perigo dado que podem escorregar para dentro dos estribos ou estes podem ficar na ponta dos pés. Caso não queira investir em calções de montar no início, opte por roupas nem muito largas nem muito apertadas, calças sem costuras de lado (são muito mais confortáveis que “jeans”) e umas luvas de algodão ou lã. Pode também adquirir um colete de protecção, quando iniciar o salto de obstáculos, principalmente em “cross country”. As primeiras lições: As primeiras aulas devem ser individuais, podendo mais tarde ter lições em grupo onde tirará mais proveito e divertimento. Provavelmente no inicio, sentir-se-á um pouco nervoso e surgir-lhe-ão questões tais como: Será que vou fazer figura de “parvo”? Será que vou perder o controlo? Será que vou cair e magoar-me? Será que vou ter dores depois de montar? A resposta deve ser sempre não. O professor deve estar sempre no controlo, escolhendo um cavalo calmo e experiente e conduzi-lo por uma guia (uma rédea longa com que se controla o cavalo enquanto este anda em círculo), assim, só tem que seguir as indicações e fundamentos do professor, ficar bem concentrado e adaptar-se ao movimento do cavalo. No inicio, o ideal é montar uma vez por semana, no entanto se o fizer duas vezes por semana vai progredir mais rapidamente. Entre as aulas pode nadar, pedalar ou saltar á corda pois estes exercícios ajudam a tonificar os músculos que são utilizados quando monta. Comunicar com os Cavalos: Ao aprender a montar você também vai estar a apreender a comunicar com estes animais. A sua postura quando se senta em cima do cavalo é muito importante, e não é apenas para ficar bonito, mas também para que consiga dar indicações ao cavalo com o assento, as pernas, as mãos e também a voz. A primeira coisa a aprender é manter o equilíbrio a passo, depois a trote e em seguida o galope. No passo, deve conseguir contar até 1,2,3,4 ao ouvir as batidas dos cascos; no trote o ritmo é 1,2 à medida que o cavalo avança as pernas em pares de diagonais; no galope o cavalo já se move a um ritmo de 1,2,3. A galope o cavalo dá passadas maiores com um dos membros anteriores, assim ao galopar em círculo, este membro deve ser o do lado de dentro devido ao equilíbrio. Nenhum cavaleiro, nem mesmo os melhores, deixa de aprender e é sempre necessário muita prática. Pode ter em conta os seguintes conselhos: Não olhe para baixo mas sempre para onde quer ir; Não sustenha a respiração, pois fica mais descontraído; Ao segurar as rédeas pense que têm um passarinho nas mãos agarre-o para que não fuja mas não o aperte para não o magoar; Ao trotar ou a galopar tente captar o movimento com a cintura; um bom cavaleiro apesar de parecer que está quieto acompanha o movimento do cavalo. Compreender a mentalidade do Cavalo: Para aumentar a sua confiança tente apreender a lidar com os cavalos e a pensar como eles: sempre que possa mexa, limpe e aparelhe os cavalos, ao mesmo tempo que fala com eles calmamente: evite os gestos bruscos e sons fortes, pois até o pónei mais dócil pode assustar-se com estes estímulos. O cavalo, têm um ângulo de visão de aproximadamente 360º, com um ângulo morto à frente, devido aos seus olhos estarem nos lados da cabeça. Utilize a linguagem corporal para comunicar com os cavalos, (por exemplo: se os olhar directamente nos olhos, têm tendência para se afastarem), mas sempre aproximando-se por um lado em que o possam ver. Fazendo Progressos: Ao longo da sua aprendizagem, não deve resistir ao deparar-se com obstáculos difíceis de ultrapassar ou se não tiver uma evolução contínua, deve procurar o seu professor sempre que algo o preocupa. A etapa que sucede à aprendizagem das bases à guia é montar em escola num recinto fechado. Geralmente este recinto tem à volta letras A, K, E, H, C, M, B e F, que não têm um significado conhecido mas a frase em inglês “All King Ed ward´s Horses Can Manage Big Fences” é uma boa mnemónica. Estas letras servem de ponto de referência ao fazer os círculos. Pode juntar-se a um grupo para fazer aulas em campo aberto, após ter conseguido andar a passo, trote e galope com segurança. Isto vai ajudá-lo a ganhar confiança e também a aperceber-se que os cavalos se tornam mais atentos ao que os rodeia nesse meio que em recinto fechado. Observar cavaleiros mais experientes, (a trabalhar, em vídeo, em competição vai também ajudá-lo pois vai ter uma noção visual da maneira correcta de montar podendo isso influenciá-lo. Trabalho sobre Obstáculos e Trabalho no Plano: Trabalhar sobre cavaletes e obstáculos pequenos só lhe vai trazer vantagens, mesmo que goste de sentir os pés do seu cavalo bem assentes no chão: para além de incentivar o cavalo a fazer uso dos membros posteriores no trabalho vai ensinar-lhe a captar o ritmo do cavalo, a coordenar os movimentos e a equilibrar-se. O cavalo cria a sua impulsão (energia) na parte de trás, na garupa e nos membros posteriores, enquanto que essa energia é controlada e dirigida pelas suas mãos, é por isso que os saltos e o trabalho no plano são actividades que se complementam. A sua iniciação nos saltos irá ser feita com varas no chão e cavaletes. Vai aprender a montar sobre linhas de varas paralelas cuja distância vai ser adequada as passadas do cavalo. Com o passar do tempo o percurso de obstáculos vai fazer combinar todas as técnicas que aprendeu. POTROS EM CRESCIMENTO Potros em crescimento
Sobreanos pastam em grupo num rancho do Colorado. "É um dos períodos de crescimento mais rápidos dos cavalos" fala Sarah Ralston, VMD, PhD, uma professora especializada em nutrição equina na Rutgers University. "Êles não crescem tão rápido como quando foram desmamados ou potrinhos, porém continuam aumentando significativamente em pêso e em altura. Como tudo o que cresce rapidamente, sem que se administre nutrientes adequados, existe um grande perigo de que não se desenvolvam corretamente". Para os 12 meses de idade, o cavalo Quarto de Milha, em média, terá atingido 90% de seu tamanho e 66% de seu pêso adulto. Sem dúvida, os sobreanos não são cavalos adultos e não devem ser alimentados como se o fôssem. "A diferença entre um sobreano e um cavalo adulto é simples :- os sobreanos continuam crescendo" falou Pete Gibbs PhD especializado em cavalos da Texas A&M Extension." Em comparação com cavalos adultos, êles necessitam de quantidade apropriadas de proteínas específicas e minerais". O mais importante na dieta do sobreano é a matéria prima para a formação de seus ossos- proteínas, cálcio, fósforo e minerais (necessários em maior ou menor proporção porém imprescidíveis para o organismo). Porém nem todos os sobreanos são iguais.Os jovens que se encontram em preparação ou em treinamento têm diferentes necessidades nutricionais em comparação com àqueles que estão pastando em liberdade. " Os cavalos de sobreano podem obter a maioria de suas necessidades nutricionais para um crescimento moderado nas forragens sempre e quando estiverem pastando diariamente por 15 horas ou mais em uma boa pastagem ou se oferece feno de boa qualidade" disse Gibbs. "Sem dúvida, os sobreanos com pouco condicionamento físico ou com pouco exercício necessitam de uma combinação de fibra e concentrado, independente do seu crescimento rápido ou moderado. E se queremos ter um crescimento rápido com alta qualidade, é necessário que o alimento concentrado seja balanceado com todos esses fatores a serem considerados, é compreensível o porquê da confusão quando se procura estabelecer um programa adequado de alimentação para os sobreanos. Para auxiliar a resolver esta questão, Ralston e Gibbs dão seus conselhos. Forragem A forragem é a peça principal na dieta de um sobreano, que deve ser alimentado da melhor maneira possível. A melhor forragem são as leguminosas ou uma mistura de leguminosas e feno em partes iguais. " Não há dúvida que as leguminosas, como a alfafa parecem dar aos jovens mais disposição uma pelagem melhor e isto é fácil explicar pela diferente composição entre os nutrientes comparados aos pastos de feno", disse Gibbs. "Pesquisas realizadas aqui na Texas A&M University comnpararam a digestão de diferentes qualidades e tipos de feno, e em resumo o feno de alfafa de boa qualidade é mais digerível que o pasto de feno de média qualidade". Um bom feno de alfafa tem, em média 12Mcal de energia digerível por libra de pêso, não obstante o feno de Timothy tem somente 0,6 Mcal de energia digerível por libra. Também o feno cortado em suas fases mais jovens é o melhor para se alimentar devido ao seu alto teor energético e proteíco, somando-se a baixa quantidade de lignina , que não é digerível. "Se o feno é adequado, pode-se obter um crescimento com um mínimo concentrado", conta Ralston. "Porém o ponto fundamental, se um sobreano está sendo alimentado com feno, é que êle necessitará de uma maior concentração de proteína e cálcio em sua dieta, isto porque o pasto tem concentração menor de proteína e cálcio". "Invista seu dinheiro em análises para que se conheça o que está se obtendo, especialmente antes de agregar suplimentos à dieta dos sobreanos"disse Ralston Porém nem sempre é fácil alimentar com feno de alta qualidade de maneira constante. "Porém quando o haras tem que mudar o tipo de feno várias vezes ao ano, pode haver uma alteração drástica nos nutrientes que como reação, altera a taxa de crescimento dos sobreanos". Uma opção para manter uma consistência nutricional, é alimentar com partes de feno ou alimento completo. "Sempre e quando for um fardo a base de alfafa , estará bem", disse Ralston."Fardos que tenham uma mistura de Thimoty/alfafa funcionam e podem ter o alimento disponível a toda hora ao animal, porém os fardos somente de alfafa devem ser administrados em porçoes controladas para evitar um aumento de pêso. "Também ao fato dos cavalos poderem comer rapidamente, e passarão a ter longos períodos sem ter o que mastigar e assim adquirirem comportamento de " térmitas", comendo madeira que encontram em seu habitat, para compensar a falta do tempo de mastigação". Concentrados
Tabela nutricional A alimentação própria para sobreanos é primordial para um bom desenvolvimento. Quando se adiciona o alimento concentrado, avalie a dieta integral do sobreano . Isto significa olhar à frente da percentagem proteíca na dieta. Embora a proteína seja importante - pouca ou em demasia , pode ocasionar problemas de saúde - uma dieta deve conter todos os minerais e vitaminas essenciais a serem oferecidos aos sobreanos para um crescimento adequado. "Não se oriente apenas pelo teor proteico", disse Ralston" O que precisa é alimentar com um concentrado formulado para o crescimento". As necessidades médias de um sobreano são de 12 a 16% de proteína bruta e o proporcional teor de vitamina A, magnésio, potássio, lisina, selenium, cobre, zinco, cálcio e fósforo. "Uma boa regra é 14 a 16% de proteína mais 0,8% de cálcio e entre 0,4 a 0,6% de fósforo porque é sempre melhor mais cálcio que fósforo" disse Ralston Várias fábricas têm desenvolvido alimentos concentrados objetivando os sobreanos. Cada uma delas recomenda quantidades adequadas de macro e micro minerais igual a taxa de gordura e vitaminas solúveis em água. "Êstes alimentos bem balanceados estão programados para satisfazer as necessidades nutricionais com a finalidade de obter um desenvolvimento saudável para os animais nessa fase de crescimento" disse Gibbs. "Vale a pena considerar os alimentos balanceados já que isso significa que alguém se preocupou em formular o alimento para garantir que contenha os nutrientes necessários relativos às calorias dêsse alimento". Se temos um sobreano a pasto de capim, devemos administrar uma fórmula que tenha mais proteína e cálcio, pois o pasto de capim tem muito pouco dêsse componentes. Porém se tivermos um sobreano alimentando-se com feno de alfafa, podemos suplementar com uma fórmula que não tenha tanta proteína e cálcio" disse Ralston "Várias fábricas estão visando formular rações para complementar o feno que se alimenta e eu acredito que seja uma maneira saudável. Porém temos que lembrar que se estamos dando alfafa para um sobreano que está recebendo concentrado para pasto de feno, estamos desbalanceando a nutrição" "A aveia é deficiente em lisina e quando se fornece com feno de alfafa, os sobreanos, como regra têm uma falta de 5 a 10% em aminoácidos essenciais para o desenvolvimento", disse êle. Num estudo realizado na Texas A&M, um lote de sobreanos foi alimentado com aveia e feno de alfafa, em comparação com outro grupo que se forneceu concentrado balanceado com a mesma quantidade de feno de alfafa. "Em ambos os grupos comendo a mesma quantidade de calorias diariamente, os sobreanos alimentados com aveia obtiveram o dobro de gordura em comparação com àquêles alimentados com a dieta balanceada que tiveram mais altura e melhor formação óssea", disse Gibbs. " A razão é muito simples - a falta de nutrientes necessários para promover o crescimento, êles depositaram gordura e aumentaram de pêso. Assim quando se exige um exercício forçado, alguns desses sobreanos estarão formando seu esqueleto em um sistema que não está recebendo todos os componentes necessários para um bom desenvolvimento esquelético". Para cavalos em crescimento existem produtos disponíveis para balancear uma dieta a base de aveia.Sem dúvida, Gibbs e Ralston aconselham aos criadores serem cuidadosos quando adicionar suplementos. "Poderemos correr sérios riscos de obter excesso ou intoxicação se não conhecermos o que está acontecendo com a dieta dos cavalos naquele momento", disse Ralston Antes de se adicionar um suplemento, verifique se atende as necessidades do sobreano. "O mundo do cavalo está cheio de suplementos que afirmam atingir tudo o que imaginamos", disse Gibbs.Entretanto alguns dos suplementos podem na realidade ser benéficos, mas muitos nunca foram analisados sob sua eficácia. Não se sabe de qualquer maneira,se isto faz alguma diferença ". Problemas de Saúde Mesmo que as enfermidades ortopédicas do desenvolvimento (EOD) em animais jovens se originem devido a múltiplas causas como hereditárias ou exercícios, a dieta e desequilíbrios nutricionais podem desenvolver papeis importantes. As complicações inerentes a EOD, podem ser epifisites, as osteocondrites, e as arterites juvenis, entre outras desordens. Na década de 70, acreditava-se que o uso excessivo de proteína era a causa, porém esta teoria foi descartada. Ralston tem a teoria de que o fornecer carbohidratos especialmente quando se mistura com minerais desequilibrados e excesso de energia, é o fator excencial para desencadear EOD. Êstes fatôres podem causar mineralizações dos ossos anormais e incorretas, que se traduzem em extremidades com propensão a defeitos do desenvolvimento", disse ela. A dieta deve ser balanceada para atingir uma correta saúde músculoesquelética. Ralston pensa que o sobrealimentar com grãos ricos em carbohidratos, como o alimento rico em açucar pode levar a um cavalo jovem ao atingir a fase adulta com síndrome metabólica equina, ou insulinoresistência. "Aquelas farinhas e açúcares se digerem rapidamente no intestino delgado, causando um aumento da glicose no sangue, o que gera um aumento na produção de insulina", disse ela. "Quando êles estão acostumados com uma ração que tem grande quantidade de farinha e açúcar, por alguma razão suas células se tornam menos sensíveis a ação da insulina, necessitando de mais insulina para liberar a mesma quantidade de glicose". "É melhor evitar-se tanto os altos como os baixos niveis de glicose/insulina", disse Ralston."Porisso trate de não alimentar com alimento doce que tenha grande quantidade de melaço". Fornecimento Alimentar Uma das melhores práticas no fornecimento de alimento aos sobreanos é aumentar o fornecimento de nutrientes entre as rações. "Pesquisas aqui na Texas A&M há dez anos atrás, descobriram a útil informação sobre a maximização na absorção dos nutrientes", disse Gibbs. "Existe um limite, por exemplo, para a absorção de proteínas, e a melhor maneira de maximizar essa absorção, é alimentar com menor volume de ração em mais vêzes que muita comida poucas vêzes". A maioria dos sobreanos recebem grandes quantidades de alimento concentrado duas vêzes ao dia.Gibbs, sem dúvida recomenda aumentar essa mesma quantidade de comida em três ou quatro vêzes. "Não se trata de mais alimento, mas sim de mais vêzes da mesma comida", disse êle. Depois é importante manter o intervalo entre as refeições o mais regular possível. "Tem sentido que intervalos de tempo iguais entre as refeições proporcionarão um todo", disse Gibbs." Se eu estava alimentando os sobreanos 3 vêzes ao dia, procuraria fazer intervalo de 8 horas entre as refeições. Porém nem todos os sobreanos são iguais. Alguns jovens vivem a vida despreocupada de cavalo em liberdade nos pastos até a idade de 2 ou 3 anos, ao invés de que outros estão estabulados para serem preparados para uma prova ou leilão. E também aqueles animais maduros que entram em treinamento para as carreiras. É por isso que o programa de alimentação de um animal deve ser adaptado para as necessidade de cada um. Manutenção Durante a primavera e o verão, uma mistura boa de pastagem e leguminosas e feno, pode ser tudo que um sobreano necessita para um crescimento regular. Entretanto a forragem deve ser analisada para assegurar-se que está satisfazendo todas as suas necessidades nutricionais. O aumento de pêso médio diário de um sobreano é de l a l,25 libras (450 a 550 gramas) até os 18 meses de idade. Queremos uma figura esbelta, delgada onde não se possa ver suas costelas mas apenas sentí-las. Isso é o ideal". No caso de um sobreano que obtém a maioria de suas necessidade de um pasto, o proprietário deve assegurar-se de que há suficiente pasto para manter uma dieta apropriada. Um sobreano necessita de 25 a 35 kg de matéria sêca para cada 45 kg de pêso vivo, o que equivale em uma pastagem de qualidade que cresce ativamente a uma taxa de 18 animais por alqueire. "Existem vários estudos da Texas A&M que demonstram que os sobreanos podem crescer a uma taxas moderada somente com pastagem assistida", disse Gibbs "Um sobreano pastando por cêrca de 15 horas por dia ganhará aproximadamente meio quilo se tiver acesso a uma pastagem de boa qualidade. Os criadores que não tiverem pressa no desenvolvimento do sobreano podem utilizar uma variedade de bermuda consorciada com pastagens de inverno, para assim dispor de boa pastagem o ano todo". Sem dúvida, durante o calor do verão ou uma sêca, a pastagem pode alterar e perder seu valor nutricional. Uma pastagem pobre pode alterar a taxa de crescimento de um sobreano. Aí é quando sua dieta deve ser suplementada com feno de qualidade e concentrados. Crescimento rápido Quando se trata de um sobreano que está sendo preparado fisicamente para uma prova ou um leilão, o tamanho é importante. "Pesquisas mostram que os sobreanos de melhor venda são os grandes", disse Gibbs." Também, o crescimento e desenvolvimento rápidos são muito importantes para os supostos ganhadores em conformação e sobreanos em treinamento para corrida. Por êsse motivo, muitos proprietários de cavalos se dão conta que o potencial do mercado ou desempenho dos cavalos jovens está relacionado diretamente com o desenvolvimento precoce. A taxa de crescimento de cavalos jovens pode ser manipulada com nutrição, porém o programa alimentar deve ser sofisticado. "Para crescimento rápido, os sobreanos necessitam uma proporção adequada de concentrado e feno, e o programa de alimentação necessita ser cuidadosamente preparado para atender as necessidades dos nutrientes adicionais que os sobreanos requerem quando crescem rápido ou trabalham forte", disse Gibbs. Muitos proprietários querendo estimular o crescimento rápido adicionam aos concentrados óleos ou aveia.Sem duvida não são necessáriamente saudáveis nutricionalmente, podem até tornar um cavalo gordo ao invés de produzir uma boa estrutura muscular e ossos fortes. "A adição de óleos ou suplementos gordurosos para animais sobreanos, em média a taxa de duas vêzes ao dia, somará grande quantidade de calorias porém não adicionará para a formação dos ossos". Disse Ralston. "Existe uma evidência crescente e se pensa obter aos sobreanos gordos não é o melhor para eles. É colocar uma sobre carga e uma tensão maior àquelas extremidades em crescimento. Pode criar uma disposição a tolerância a insulina e pode levar a problemas de desenvolvimento causados por excesso de pêso nas extremidades jovens". "O excesso de exercício pode causar problemas, mas a falta destes pode afetar seriamente o desenvolvimento do sobreano", disse Ralston. " Se deixamos um sobreano prêso e solta-lo uma vez ao dia por 15 minutos, não terá o desenvolvimento que tería se soltasse para correr em liberdade". Em treinamento O exercício não é mal, porém para um animal sob exercício intenso ou treinamento as necessidades nutricionais são maiores. "O exercício é um sinal para os ossos moldarem-se, e somente podem tornar-se mais fortes se têm os nutrientes suficientes para formar o tecido ósseo", disse Gibbs. Em apartação e rédeas, onde o tamanho não é importante, a estrutura óssea é. Muitos desses animais jovens entram tardiamente em rigorosos programas de treinamento quando o comprometimento da integridade da estrutura óssea é uma verdadeira preocupação. Um estudo realizado na Texas A & M com sobreanos formados mostrou que 35% de adição nas necessiadades de cálcio e fósforo, e a necessidade de magnésio foi quase o dôbro da inicialmente estimada. "Porém a melhor maneira de satisfazer as necessidades minerais é fornecendo alimento com formulação para cavalos, em vez administrar os minerais individualmente como adição ao alimento", disse Gibbs. "Os maiores êrros que temos visto é quando os potros são colocados em treinamento para corridas, e de imediato são alimentados com formulação para cavalos de corrida, que não está programada para cavalos jovens em crescimento, disse ela. "Êles necessitam manter alta absorção de cálcio, fósforoe minerais". O passo seguinte Criar um cavalo jovem saudavel e competitivo para a criação de hoje requer um cuidadoso programa de alimentação. E se uma dieta adequada e exercícios tenham sido administrados, com um pouco de sorte, êle cumprirá seu destino de tornar-se um campeão para o qual foi criado. Potros em crescimento Sobreanos pastam em grupo num rancho do Colorado. "É um dos períodos de crescimento mais rápidos dos cavalos" fala Sarah Ralston, VMD, PhD, uma professora especializada em nutrição equina na Rutgers University. "Êles não crescem tão rápido como quando foram desmamados ou potrinhos, porém continuam aumentando significativamente em pêso e em altura. Como tudo o que cresce rapidamente, sem que se administre nutrientes adequados, existe um grande perigo de que não se desenvolvam corretamente". Para os 12 meses de idade, o cavalo Quarto de Milha, em média, terá atingido 90% de seu tamanho e 66% de seu pêso adulto. Sem dúvida, os sobreanos não são cavalos adultos e não devem ser alimentados como se o fôssem. "A diferença entre um sobreano e um cavalo adulto é simples :- os sobreanos continuam crescendo" falou Pete Gibbs PhD especializado em cavalos da Texas A&M Extension." Em comparação com cavalos adultos, êles necessitam de quantidade apropriadas de proteínas específicas e minerais". O mais importante na dieta do sobreano é a matéria prima para a formação de seus ossos- proteínas, cálcio, fósforo e minerais (necessários em maior ou menor proporção porém imprescidíveis para o organismo). Porém nem todos os sobreanos são iguais.Os jovens que se encontram em preparação ou em treinamento têm diferentes necessidades nutricionais em comparação com àqueles que estão pastando em liberdade. " Os cavalos de sobreano podem obter a maioria de suas necessidades nutricionais para um crescimento moderado nas forragens sempre e quando estiverem pastando diariamente por 15 horas ou mais em uma boa pastagem ou se oferece feno de boa qualidade" disse Gibbs. "Sem dúvida, os sobreanos com pouco condicionamento físico ou com pouco exercício necessitam de uma combinação de fibra e concentrado, independente do seu crescimento rápido ou moderado. E se queremos ter um crescimento rápido com alta qualidade, é necessário que o alimento concentrado seja balanceado com todos esses fatores a serem considerados, é compreensível o porquê da confusão quando se procura estabelecer um programa adequado de alimentação para os sobreanos. Para auxiliar a resolver esta questão, Ralston e Gibbs dão seus conselhos. Forragem A forragem é a peça principal na dieta de um sobreano, que deve ser alimentado da melhor maneira possível. A melhor forragem são as leguminosas ou uma mistura de leguminosas e feno em partes iguais. " Não há dúvida que as leguminosas, como a alfafa parecem dar aos jovens mais disposição uma pelagem melhor e isto é fácil explicar pela diferente composição entre os nutrientes comparados aos pastos de feno", disse Gibbs. "Pesquisas realizadas aqui na Texas A&M University comnpararam a digestão de diferentes qualidades e tipos de feno, e em resumo o feno de alfafa de boa qualidade é mais digerível que o pasto de feno de média qualidade". Um bom feno de alfafa tem, em média 12Mcal de energia digerível por libra de pêso, não obstante o feno de Timothy tem somente 0,6 Mcal de energia digerível por libra. Também o feno cortado em suas fases mais jovens é o melhor para se alimentar devido ao seu alto teor energético e proteíco, somando-se a baixa quantidade de lignina , que não é digerível. "Se o feno é adequado, pode-se obter um crescimento com um mínimo concentrado", conta Ralston. "Porém o ponto fundamental, se um sobreano está sendo alimentado com feno, é que êle necessitará de uma maior concentração de proteína e cálcio em sua dieta, isto porque o pasto tem concentração menor de proteína e cálcio". "Invista seu dinheiro em análises para que se conheça o que está se obtendo, especialmente antes de agregar suplimentos à dieta dos sobreanos"disse Ralston Porém nem sempre é fácil alimentar com feno de alta qualidade de maneira constante. "Porém quando o haras tem que mudar o tipo de feno várias vezes ao ano, pode haver uma alteração drástica nos nutrientes que como reação, altera a taxa de crescimento dos sobreanos". Uma opção para manter uma consistência nutricional, é alimentar com partes de feno ou alimento completo. "Sempre e quando for um fardo a base de alfafa , estará bem", disse Ralston."Fardos que tenham uma mistura de Thimoty/alfafa funcionam e podem ter o alimento disponível a toda hora ao animal, porém os fardos somente de alfafa devem ser administrados em porçoes controladas para evitar um aumento de pêso. "Também ao fato dos cavalos poderem comer rapidamente, e passarão a ter longos períodos sem ter o que mastigar e assim adquirirem comportamento de " térmitas", comendo madeira que encontram em seu habitat, para compensar a falta do tempo de mastigação". Concentrados
Tabela nutricional A alimentação própria para sobreanos é primordial para um bom desenvolvimento. Quando se adiciona o alimento concentrado, avalie a dieta integral do sobreano . Isto significa olhar à frente da percentagem proteíca na dieta. Embora a proteína seja importante - pouca ou em demasia , pode ocasionar problemas de saúde - uma dieta deve conter todos os minerais e vitaminas essenciais a serem oferecidos aos sobreanos para um crescimento adequado. "Não se oriente apenas pelo teor proteico", disse Ralston" O que precisa é alimentar com um concentrado formulado para o crescimento". As necessidades médias de um sobreano são de 12 a 16% de proteína bruta e o proporcional teor de vitamina A, magnésio, potássio, lisina, selenium, cobre, zinco, cálcio e fósforo. "Uma boa regra é 14 a 16% de proteína mais 0,8% de cálcio e entre 0,4 a 0,6% de fósforo porque é sempre melhor mais cálcio que fósforo" disse Ralston Várias fábricas têm desenvolvido alimentos concentrados objetivando os sobreanos. Cada uma delas recomenda quantidades adequadas de macro e micro minerais igual a taxa de gordura e vitaminas solúveis em água. "Êstes alimentos bem balanceados estão programados para satisfazer as necessidades nutricionais com a finalidade de obter um desenvolvimento saudável para os animais nessa fase de crescimento" disse Gibbs. "Vale a pena considerar os alimentos balanceados já que isso significa que alguém se preocupou em formular o alimento para garantir que contenha os nutrientes necessários relativos às calorias dêsse alimento". Se temos um sobreano a pasto de capim, devemos administrar uma fórmula que tenha mais proteína e cálcio, pois o pasto de capim tem muito pouco dêsse componentes. Porém se tivermos um sobreano alimentando-se com feno de alfafa, podemos suplementar com uma fórmula que não tenha tanta proteína e cálcio" disse Ralston "Várias fábricas estão visando formular rações para complementar o feno que se alimenta e eu acredito que seja uma maneira saudável. Porém temos que lembrar que se estamos dando alfafa para um sobreano que está recebendo concentrado para pasto de feno, estamos desbalanceando a nutrição" "A aveia é deficiente em lisina e quando se fornece com feno de alfafa, os sobreanos, como regra têm uma falta de 5 a 10% em aminoácidos essenciais para o desenvolvimento", disse êle. Num estudo realizado na Texas A&M, um lote de sobreanos foi alimentado com aveia e feno de alfafa, em comparação com outro grupo que se forneceu concentrado balanceado com a mesma quantidade de feno de alfafa. "Em ambos os grupos comendo a mesma quantidade de calorias diariamente, os sobreanos alimentados com aveia obtiveram o dobro de gordura em comparação com àquêles alimentados com a dieta balanceada que tiveram mais altura e melhor formação óssea", disse Gibbs. " A razão é muito simples - a falta de nutrientes necessários para promover o crescimento, êles depositaram gordura e aumentaram de pêso. Assim quando se exige um exercício forçado, alguns desses sobreanos estarão formando seu esqueleto em um sistema que não está recebendo todos os componentes necessários para um bom desenvolvimento esquelético". Para cavalos em crescimento existem produtos disponíveis para balancear uma dieta a base de aveia.Sem dúvida, Gibbs e Ralston aconselham aos criadores serem cuidadosos quando adicionar suplementos. "Poderemos correr sérios riscos de obter excesso ou intoxicação se não conhecermos o que está acontecendo com a dieta dos cavalos naquele momento", disse Ralston Antes de se adicionar um suplemento, verifique se atende as necessidades do sobreano. "O mundo do cavalo está cheio de suplementos que afirmam atingir tudo o que imaginamos", disse Gibbs.Entretanto alguns dos suplementos podem na realidade ser benéficos, mas muitos nunca foram analisados sob sua eficácia. Não se sabe de qualquer maneira,se isto faz alguma diferença ". Problemas de Saúde Mesmo que as enfermidades ortopédicas do desenvolvimento (EOD) em animais jovens se originem devido a múltiplas causas como hereditárias ou exercícios, a dieta e desequilíbrios nutricionais podem desenvolver papeis importantes. As complicações inerentes a EOD, podem ser epifisites, as osteocondrites, e as arterites juvenis, entre outras desordens. Na década de 70, acreditava-se que o uso excessivo de proteína era a causa, porém esta teoria foi descartada. Ralston tem a teoria de que o fornecer carbohidratos especialmente quando se mistura com minerais desequilibrados e excesso de energia, é o fator excencial para desencadear EOD. Êstes fatôres podem causar mineralizações dos ossos anormais e incorretas, que se traduzem em extremidades com propensão a defeitos do desenvolvimento", disse ela. A dieta deve ser balanceada para atingir uma correta saúde músculoesquelética. Ralston pensa que o sobrealimentar com grãos ricos em carbohidratos, como o alimento rico em açucar pode levar a um cavalo jovem ao atingir a fase adulta com síndrome metabólica equina, ou insulinoresistência. "Aquelas farinhas e açúcares se digerem rapidamente no intestino delgado, causando um aumento da glicose no sangue, o que gera um aumento na produção de insulina", disse ela. "Quando êles estão acostumados com uma ração que tem grande quantidade de farinha e açúcar, por alguma razão suas células se tornam menos sensíveis a ação da insulina, necessitando de mais insulina para liberar a mesma quantidade de glicose". "É melhor evitar-se tanto os altos como os baixos niveis de glicose/insulina", disse Ralston."Porisso trate de não alimentar com alimento doce que tenha grande quantidade de melaço". Fornecimento Alimentar Uma das melhores práticas no fornecimento de alimento aos sobreanos é aumentar o fornecimento de nutrientes entre as rações. "Pesquisas aqui na Texas A&M há dez anos atrás, descobriram a útil informação sobre a maximização na absorção dos nutrientes", disse Gibbs. "Existe um limite, por exemplo, para a absorção de proteínas, e a melhor maneira de maximizar essa absorção, é alimentar com menor volume de ração em mais vêzes que muita comida poucas vêzes". A maioria dos sobreanos recebem grandes quantidades de alimento concentrado duas vêzes ao dia.Gibbs, sem dúvida recomenda aumentar essa mesma quantidade de comida em três ou quatro vêzes. "Não se trata de mais alimento, mas sim de mais vêzes da mesma comida", disse êle. Depois é importante manter o intervalo entre as refeições o mais regular possível. "Tem sentido que intervalos de tempo iguais entre as refeições proporcionarão um todo", disse Gibbs." Se eu estava alimentando os sobreanos 3 vêzes ao dia, procuraria fazer intervalo de 8 horas entre as refeições. Porém nem todos os sobreanos são iguais. Alguns jovens vivem a vida despreocupada de cavalo em liberdade nos pastos até a idade de 2 ou 3 anos, ao invés de que outros estão estabulados para serem preparados para uma prova ou leilão. E também aqueles animais maduros que entram em treinamento para as carreiras. É por isso que o programa de alimentação de um animal deve ser adaptado para as necessidade de cada um. Manutenção Durante a primavera e o verão, uma mistura boa de pastagem e leguminosas e feno, pode ser tudo que um sobreano necessita para um crescimento regular. Entretanto a forragem deve ser analisada para assegurar-se que está satisfazendo todas as suas necessidades nutricionais. O aumento de pêso médio diário de um sobreano é de l a l,25 libras (450 a 550 gramas) até os 18 meses de idade. Queremos uma figura esbelta, delgada onde não se possa ver suas costelas mas apenas sentí-las. Isso é o ideal". No caso de um sobreano que obtém a maioria de suas necessidade de um pasto, o proprietário deve assegurar-se de que há suficiente pasto para manter uma dieta apropriada. Um sobreano necessita de 25 a 35 kg de matéria sêca para cada 45 kg de pêso vivo, o que equivale em uma pastagem de qualidade que cresce ativamente a uma taxa de 18 animais por alqueire. "Existem vários estudos da Texas A&M que demonstram que os sobreanos podem crescer a uma taxas moderada somente com pastagem assistida", disse Gibbs "Um sobreano pastando por cêrca de 15 horas por dia ganhará aproximadamente meio quilo se tiver acesso a uma pastagem de boa qualidade. Os criadores que não tiverem pressa no desenvolvimento do sobreano podem utilizar uma variedade de bermuda consorciada com pastagens de inverno, para assim dispor de boa pastagem o ano todo". Sem dúvida, durante o calor do verão ou uma sêca, a pastagem pode alterar e perder seu valor nutricional. Uma pastagem pobre pode alterar a taxa de crescimento de um sobreano. Aí é quando sua dieta deve ser suplementada com feno de qualidade e concentrados. Crescimento rápido Quando se trata de um sobreano que está sendo preparado fisicamente para uma prova ou um leilão, o tamanho é importante. "Pesquisas mostram que os sobreanos de melhor venda são os grandes", disse Gibbs." Também, o crescimento e desenvolvimento rápidos são muito importantes para os supostos ganhadores em conformação e sobreanos em treinamento para corrida. Por êsse motivo, muitos proprietários de cavalos se dão conta que o potencial do mercado ou desempenho dos cavalos jovens está relacionado diretamente com o desenvolvimento precoce. A taxa de crescimento de cavalos jovens pode ser manipulada com nutrição, porém o programa alimentar deve ser sofisticado. "Para crescimento rápido, os sobreanos necessitam uma proporção adequada de concentrado e feno, e o programa de alimentação necessita ser cuidadosamente preparado para atender as necessidades dos nutrientes adicionais que os sobreanos requerem quando crescem rápido ou trabalham forte", disse Gibbs. Muitos proprietários querendo estimular o crescimento rápido adicionam aos concentrados óleos ou aveia.Sem duvida não são necessáriamente saudáveis nutricionalmente, podem até tornar um cavalo gordo ao invés de produzir uma boa estrutura muscular e ossos fortes. "A adição de óleos ou suplementos gordurosos para animais sobreanos, em média a taxa de duas vêzes ao dia, somará grande quantidade de calorias porém não adicionará para a formação dos ossos". Disse Ralston. "Existe uma evidência crescente e se pensa obter aos sobreanos gordos não é o melhor para eles. É colocar uma sobre carga e uma tensão maior àquelas extremidades em crescimento. Pode criar uma disposição a tolerância a insulina e pode levar a problemas de desenvolvimento causados por excesso de pêso nas extremidades jovens". "O excesso de exercício pode causar problemas, mas a falta destes pode afetar seriamente o desenvolvimento do sobreano", disse Ralston. " Se deixamos um sobreano prêso e solta-lo uma vez ao dia por 15 minutos, não terá o desenvolvimento que tería se soltasse para correr em liberdade". Em treinamento O exercício não é mal, porém para um animal sob exercício intenso ou treinamento as necessidades nutricionais são maiores. "O exercício é um sinal para os ossos moldarem-se, e somente podem tornar-se mais fortes se têm os nutrientes suficientes para formar o tecido ósseo", disse Gibbs. Em apartação e rédeas, onde o tamanho não é importante, a estrutura óssea é. Muitos desses animais jovens entram tardiamente em rigorosos programas de treinamento quando o comprometimento da integridade da estrutura óssea é uma verdadeira preocupação. Um estudo realizado na Texas A & M com sobreanos formados mostrou que 35% de adição nas necessiadades de cálcio e fósforo, e a necessidade de magnésio foi quase o dôbro da inicialmente estimada. "Porém a melhor maneira de satisfazer as necessidades minerais é fornecendo alimento com formulação para cavalos, em vez administrar os minerais individualmente como adição ao alimento", disse Gibbs. "Os maiores êrros que temos visto é quando os potros são colocados em treinamento para corridas, e de imediato são alimentados com formulação para cavalos de corrida, que não está programada para cavalos jovens em crescimento, disse ela. "Êles necessitam manter alta absorção de cálcio, fósforoe minerais". O passo seguinte Criar um cavalo jovem saudavel e competitivo para a criação de hoje requer um cuidadoso programa de alimentação. E se uma dieta adequada e exercícios tenham sido administrados, com um pouco de sorte, êle cumprirá seu destino de tornar-se um campeão para o qual foi criado. A cor do pelo dos cavalos é determinada por uma combinação de 39 genes, sendo por isso possíveis imensos tons de pelagem. Apesar de todas as associações de criadores insistirem em que a capacidade funcional de movimento e a conformação correcta são os aspectos mais importantes num cavalo, a cor é considerado um factor muito relevante em algumas raças. Alguns cavalos com pintas ou manchas como os Pintos, Paints, Appaloosas Albinos, são muitas vezes considerados “pelagens” em vez de “raças”. A maioria das cores destas raças - pelagens tem origem nos cavalos ibéricos mas, no entanto, já não existem nos Lusitanos e espanhóis modernos. Nos puro sangue árabes, não existe pelagem multicolor, palomina, pampa. As pelagens típicas são a castanha, a tordilha e alazã. |
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Os Quatro Principais Andamentos
PASSO - O passo é o andamento natural, a quatro tempos, marcado pela progressão sucessiva de cada para lateral de pés. Quando a marcha começa com a perna posterior esquerda, a sequência é a seguinte: posterior esquerda, dianteira esquerda, posterior direita, anterior direita. No passo calmo, os pés de trás tocam o solo adiante das pegadas feitas pelos pés da frente. No passo ordinário, os passos são mais curtos e mais elevados, e os pés de trás tocam o solo atrás das pegadas dos pés dianteiros. No alongado, os pés de trás tocam o chão antes das impressões dos pés da frente. No livre, todo o esquema é prolongado.
TROTE - O trote é o andamento simétrico, a dois tempos, em que um par diagonal de pernas toda o solo simultaneamente e, depois de um momento de suspensão, o cavalo salta apoiado no outro para diagonal. Por exemplo: no primeiro tempo, o pé anterior esquerdo e o pé posterior direito pousan no solo juntos ( diagonal esquerda ). No segundo tempo, o pé dianteiro e o pé traseiro esquerdo pisam juntos ( diagonal direita ). No trote, o joelho jamais avança a frente de uma linha imaginária perperdicular tirada do topo da cabeça do animal até o solo. As estilizações supremas do trote são a piaffer, em que o cavalo, sem avançar, fica batendo no chão, alternadamente, com os pés dianteiros; a passagem ( esp. paso, fr. pas de côté ), em que ele se desloca para o lado, trocando os pés, sem avançar.
CÂNTER - O cânter ( do ing. canter ) é um andamento a três tempos, em que o cavalo avança com a perna dianteira direita quando gira para a direita e vice-versa. Quando o cavalo tenta virar para a esquerda avançando com a perna dianteira direita, portanto, a do lado de fora no movimento, esse avanço é chamado um "avanço falso" ou cânter com a perna errada. A sequência de pisadas que dão as três batidas rítmicas no chão são, quando o movimento se inicia com a perna dianteira direita: posteior esquerda, esquerda diagonal ( em que as pernas dianteiras direita e traseira esquerda, tocam o solo simultâneamente ) e, por fim, perna dianteira direita - dita "de guia".
GALOPE - O galope é o mais rápido dos quatro andamentos naturais. Descrito habitualmente como um andamento a quatro tempos, sofre variações na sequência de acordo com a velocidade. Com a perna dianteira direita na liderança, a sequência de pisadas é a seguinte: posterior esquerda, posterior direita, ao que se segue um período de suspensão total, em que todos os pés estão no ar. Um puro-sangue inglês ( thoroughbred ) galope a 48 Km/h ou mais. O pé mais avançado toca no chão em linha com o nariz, mesmo que, estirada a perna ao máximo, o pé fique no ar à frente dessa linha.
Tipos de Andamentos
São quatro os ‘andamentos’ naturais dos cavalos. Ou seja, as maneiras como eles se deslocam quando em movimento. (há andamentos adquiridos e os artificiais que são os de alta escola, como a de Viena.) São eles: passo, trote, cânter (meio galope ou galope macio) e o galope pleno. Os primeiros três podem ser subdivididos, na dressage, que é a arte de educar os cavalos segundo as exigências do aprendizado. O passo pode ser calmo, ordinário, alongado e livre. As subdivisões do cânter são calmo, ordinário, de trabalho e alongado. Além dos quatro andamentos naturais, há os especializados, baseados no furta-passo e no passo equipado, nos quais as pernas se movem em pares laterais. O passo equipado, empregado modernamente pelos cavalos que puxam aranhas de duas rodas em corridas, é uma versão mais rápidas do furta-passo.

O Passo:
É o andamento natural, a quatro tempos, marcado pela progressão de cada par lateral de pés. Quando o deslocamento começa com a perna posterior esquerda, a sequência é: posterior esquerda, dianteira esquerda, posterior direita e anterior direita. No passo calmo, os pés de trás tocam o solo adiante das pegadas feitas pelos pés da frente. No ordinário, os passos são mais curtos e mais elevados, e os pés de trás tocam o solo atrás das pegadas dos pés dianteiros. No alongado, os pés de trás tocam o chão antes das impressões dos pés da frente. No livre, todo o esquema é prolongado.

O Trote: É o andamento simétrico, a dois tempos, em que um par diagonal de pernas toca o solo simultaneamente e, depois de um momento de suspensão, o cavalo salta apoiado no outro par diagonal. Por exemplo: no primeiro tempo, o pé anterior esquerdo e o pé posterior direito pousam no solo juntos (diagonal esquerda). No segundo tempo, o pé dianteiro e o pé traseiro esquerdo pisam juntos (diagonal direita). No trote o joelho jamais avança à frente de uma linha imaginária perpendicular ao topo da cabeça do animal até ao solo. As estilizações supremas do trote são o piaffer, em que o cavalo, sem avançar fica batendo no chão, trotando parado, alternadamente, com os pés dianteiros e a passagem, em que ele se desloca para o lado, trocando os pés, sem avançar.

O Cânter (Galope curto): O Cânter é o andamento a três tempos, em que o cavalo avança com a perna dianteira direita quando gira para a direita e vice-versa. Quando o cavalo tenta virar para a esquerda avançando com a perna dianteira direita, portanto, a do lado de fora no movimento, esse avanço é chamado um ‘avanço falso’ ou cânter com a perna errada. A sequência de pisadas que dão as três batidas rítmicas no chão são, quando o movimento se inicia com a perna dianteira direita: posterior esquerda, esquerda diagonal (em que as pernas dianteiras e traseira esquerda, tocam o solo simultaneamente) e, por fim, perna dianteira direita – dita ’ de guia’.

O Galope (Pleno): Galope é o mais rápido dos quatro andamentos naturais. Descrito habitualmente como um andamento a quatro tempos, sofre variações na sequência de acordo com a velocidade. Com a perna dianteira direita na liderança, a sequência de pisadas é a seguinte: posterior esquerda, posterior direita, dianteira esquerda, dianteira direita, ao que se segue um período de suspensão total, em que todos os pés estão no ar. Um puro sangue inglês galopa a 48 km/h ou mais. O pé mais avançado toca no chão em linha como o nariz, mesmo que, estirada a perna ao máximo, o pé fique no ar à frente dessa linha.
Selas e Estribos As primeiras Selas, serviram de modelo para as contemporâneas, foram feitas nos primeiros anos da era cristã por uma tribo nómada da zona do mar negro e eram feitas com armação de madeira. Agora são utilizadas tiras de madeira mas são reforçadas com placas de metal ou então são substituídas por plástico.
Sela de utilidade geral (inglesa ou húngara):
Podem ser utilizadas para todos os fins (salto, corridas cross country, caça, aulas de equitação etc). Para o seu fabrico é utilizado o coro de porco e tiras de metal que estão ao comprido sobre a armação de modo a dar mais elasticidade.
Selas especiais: São selas que são feitas com fim específico. Há selas para os saltos, que são cortadas rentes na parte dianteira e mais leves; selas para adestramento, que tem um corte no suadouro, permitindo alongar a correia dupla do estribo. Existem ainda selas para aulas, para percursos longos, para shows e para corridas (pesam cerca de 450gr). Selas Western: São selas que foram levadas para a América pelos espanhóis e que lá foram adaptadas às necessidades dos cowboys. Estas selas pesam o dobro das inglesas mas podem ajustar-se a quase todos os cavalos sem risco de magoá-lo, são confortáveis para percursos longos e tem espaço para todos os objectos que os vaqueiros costumam trazer consigo. Ferração Na rotina do tratamento do seu cavalo não deve esquecer-se dos cuidados a ter com os cascos, pois são essências para mantê-lo saudável. Desde os seus primeiros anos o cavalo deve ser inspeccionado por um ferrador de 6 em 6 semanas, mesmo que seja somente para aparar os cascos. Em caso de o animal precisar de usar ferraduras, para tornar o trabalho mais confortável, estas também deverão ser tiradas num período de 6 semanas para que os cascos sejam aparados. O dono do cavalo deve limpar os cascos pelo menos um vez por dia e verifica-los assim como as ferraduras para, se necessário contactar o ferrador. Deve também saber retirar uma ferradura solta para agir em casos de emergência, deve fazê-lo do seguinte modo: ► Levantar o casco e, utilizando um saca-rebites, cortar as pontas dos cravos que estão dobradas para fora; ► Usar a turquês para separar a ferradura do casco, começando do talão (atrás) para a pinça (frente); ► Agarrar a ferradura a frente e arrancá-la com a turquês puxando para trás. Métodos de Ferração: O cavalo pode ser ferrado de dois modos: a frio ou a quente. Na ferração a frio a medida das ferraduras é a mesma da do casco, podendo o ferrador fazer alguns acertos na sus forma. Apesar destas ferraduras não ficarem tão perfeitas como as acertadas a quente, um cavalo bem ferrado a frio fica melhor servido do que um mal ferrado a quente. Na ferração a quente a ferradura, previamente aquecida é encostada ao casco; as desigualdades do corte do casco que necessitam ser corrigidas antes de colocada a ferradura são reveladas pela área chamuscada. Esta parte do casco pode ser queimada e pregada sem que o cavalo se magoe pois não possui nervos. Tipos de Ferraduras: O material geralmente utilizado nas ferraduras é o aço, no entanto podem ser feitas de outros matérias: de alumínio (usadas nos cavalos de corrida dado que são mais leves); de plástico aderente (para cavalos que não suportam os cravos). Existem também ferraduras ortopédicas ou cirúrgicas utilizadas em casos de laminite e de doença do navicular. As ferraduras de metal são mantidas no lugar por placas triangulares – os arpões. Nas ferraduras das mãos é utilizado um único arpão no meio à frente; as dos pés têm dois nos quartos. Os arpões dos quartos evitam que a ferradura se desloque para os lados, permitindo que o ferrador corte mais o casco à frente e recue um pouco a ferradura no casco; isto evita que o cavalo bata com o pé na mão do mesmo lado. Pitons ou Rompões: Os pitons são colocados nas ferraduras para dar uma maior aderência. São enroscados em buracos que são feitos nos talões das ferraduras podendo ter várias formas: em bico para um piso duro e, para piso mole forma quadrada. Quando o cavalo não está a trabalhar, os pitons devem ser retirados e os orifícios devem ser preenchidos com um tampão próprio ou com algodão. PÓLO O pólo é um esporte no qual quatro jogadores por equipe montados em cavalos e golpeando um bola com um taco, tentam marcar o máximo de gols possíveis no arco da equipe rival. Os jogos são disputados em quatro tempos de sete minutos e meio, denominados chukkas. História A origem da prática do pólo ainda não é bem definida, apesar de as evidências apontarem que tenha sido praticado primeiramente na Ásia. Existem relatos de que cavaleiros da China e Ásia Central, séculos antes de Cristo, também se dedicavam a prática de pólo bem rudimentar, que seria um passatempo entre nobres, califas, sultões e imperadores. O Pólo teria sido introduzido no Egito, Grécia e Índia pelos persas. Os campos de pólo ou maidan, como eram chamados, tinham 500 metros de extensão, as traves eram pedras e as bolas, esferas de osso. Os primeiros ocidentais a praticarem o pólo foram os soldados e civis ingleses que se encontravam na Índia no período de sua colonização. Os ingleses aprenderam a jogar pólo em Manipur, um pequeno estado entre Assam e Burma. Em 1859 foi criado o 1º Clube de Polo, The Retreat at Silchar, formado pelo capitão Robert Stewart, conhecido como o pai do pólo moderno. Por volta de 1870 o pólo já era muito praticado na Índia britânica, para o qual utilizavam pequenos pôneis que não mediam mais do que 1,27m. A notícia não demorou a chegar a Inglaterra e os oficiais britânicos começaram a praticar a modalidade, apelidando-a de hóquei a cavalo. Em 1873 tem lugar o primeiro jogo de pólo oficial na Inglaterra, tendo sido criado também nesta altura o primeiro clube de polo, o Hurlingham. Foi neste clube que se estabeleceu o Regulamento Mundial de Pólo. A modalidade foi tornando-se cada vez mais popular ao redor do planeta, principalmente na Argentina, onde conquistou muitos adeptos devido às condições topográficas e climatéricas para a sua prática. É neste país que se produzem os melhores cavalos para este esporte e onde encontram-se os melhores jogadores do mundo. Atualmente o pólo é praticado com regularidade em mais de 50 países, tais como Argentina, Estados Unidos, México, Reino Unido, Austrália, Nov Zelândia, Brasil, Irlanda entre outros. O principal objetivo do pólo é conseguir marcar o maior número de gols em comparação ao seu adversário, acertando uma bola de 8 centímetros de diâmetro com um taco de 3 metros de comprimento, e fazendo-a entrar numa baliza com 7,3 metros de largura. As medidas de um campo de pólo são de 275x180m, e os cavalos utilizados caracterizam-se por ter uma altura que varia entre 1,52 metros e 1,60 metros. A bola para jogar pólo é branca e tem 8 centímetros de diâmetro, sendo feita de madeira ou plástico, o taco por sua vez, tem 3 metros de comprimento e é feito de cana de bambu. O jogo é disputado por duas equipes com 4 elementos cada. Estes elementos encontram-se numerados de acordo com as posições que ocupam no campo de jogo, sendo o nº1 e nº2 atacantes, o nº3 meio de campo e o nº4 defensor. Um jogo de pólo dura pouco menos de uma hora, e é dividido por períodos chamados chukkas. Conforme o nível de jogo, podem variar de 4 a 6 chukkas por partida. Cada chukka tem duração de 7,5 minutos e é feito um intervalo de 3 minutos entre os chukkas. Na metade da partida é feita uma pausa de 5 minutos. Os cavalos devem ser trocados a cada chukka e só podem ser utilizados 2 vezes no mesmo jogo, podendo ser eliminados durante a partida se a sua condição física for julgada insatisfatória num dos controles veterinários que ocorrem durante a prova. Os jogos são controlados por dois juízes montados a cavalo e um árbitro que permanece fora do campo, que é consultado pelos anteriores em caso de dúvida. As provas nesta modalidade são divididas em diversas categorias. Nas categorias de iniciantes o percurso tem em média entre 20 e 30 km, evoluindo para categorias mais avançadas onde os percursos podem chegar aos 160 km. Na velocidade ideal, o concorrente deve percorrer a trilha num tempo pré-estabelecido, que é demarcada por faixas e sinais ou desenhada e distribuída aos concorrentes. Os jogadores são avaliados e classificados por handicaps numa escala de 2 a 10, sendo 10 o melhor. Esta avaliação não é atribuída de jogo para jogo, mas sim de acordo com o desempenho do jogador ao longo de sua carreira. O pólo tem uma particularidade que o diferencia dos outros esportes, que consiste no fato de as equipes terem de mudar de campo, e consequentemente de baliza, a cada gol que marcam. Isto acontece para que nenhuma das equipes seja beneficiada do estado do campo e das condições atmosféricas. O Concurso Completo de Equitação (CCE), é um evento do hipismo que reúne provas de adestramento, cross-country e salto. A prova pode ser disputada em dois formatos, um dia (ODE) e três dias (3DE). As três provas do CCE são realizadas individualmente, sendo que o cavaleiro nunca pode trocar seu cavalo com a prova já em andamento. Cada etapa tem um valor e a soma das três pontuações determina a classificação final. A competição inicia-se com um controle veterinário, onde os cavalos se habilitam para competir nos três eventos do CCE. A primeira prova consiste no adestramento, onde a dupla deve realizar uma série de movimentos pré-estabelecidos em uma arena fechada de 20x60 metros. A pontuação dos juízes varia de acordo com o balanço, o rítimo e a harmonia entre o cavaleiro e o cavalo. A maior dificuldade da competição, porém, acontece na segunda fase da competição com a prova de cross-country. Dividida de quatro fases, a prova exige valentia, força, habilidade para avançar sobre obstáculos artificiais e naturais, além de excelente capacidade de recuperação. Nas fases "A" e "C", a dupla anda por percursos e caminhos, a fase "B" corresponde a uma série de obstáculos e na "D" o cross-country. Nessa etapa o controle veterinário é exaustivo e determinante, pois qualquer alteração na saúde do animal pode resultar na desclassificação da dupla. Na última prova, após uma inspeção veterinária final, realiza-se a prova de salto, na qual a dupla deve passar por obstáculos determinados. O cavaleiro deve ter bom condicionamento físico e ser versátil para completar essa etapa com sucesso. Ao final das três etapas, o campeão do concurso completo de equitação é a dupla que somar o maior número de pontos negativos além de provar a harmonia, velocidade, resistência, obidiência, habilidade e um entendimento praticamente perfeito entre animal e cavaleiro.

O jogo
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Marcas de Identificação
Aprendizagem Equina
Aprender a Montar

Um sobreano solto em pastagem de qualidade por aproximadamente
